Rio, 15 (AE) - A busca e apreensão de documentos do caso Marka também incluiu uma diligência da Polícia Federal (PF) e da Procuradoria da República à casa do dono do banco, Salvatore Alberto Cacciola. A medida foi determinada pela juíza da 6ª Vara Federal, Ana Paula Vieira de Carvalho. A operação envolveu cinco equipes da PF - duas para as sedes dos bancos e outras três para as residências de Cacciola, do presidente do FonteCindam, Luiz Antônio Gonçalves, e do economista Rubens Novaes. Segundo a PF, a ordem era para apreender documentos contábeis e financeiros dos últimos seis meses.

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