para viabilizá-los", explicou o presidente da Petros, Carlos Flory. Segundo ele, uma instituição financeira já mostrou interesse de participar dos project finance junto com a Petros. "Eles vão trazer US$ 300 milhões". O objetivo da Petros é promover a migração de investimentos de renda fixa para project finance. Com uma eventual queda dos juros, a renda fixa poderia ficar prejudicada e o fundo de pensão, comprometer sua meta atuarial. Este ano, os investimentos da Petros terão um rendimento cerca de 15% acima da meta atuarial. Se a carteira não for alterada, o rendimento empatará com a meta em 2001, segundo projeção da Petros. Mas, com os project finance, a rentabilidade ficaria 2 8% acima da meta. "No futuro, ter dois pontos percentuais acima da meta atuarial será uma vitória", justificou Flory. A diretora financeira da Petros, Eliane Thompson-Flôres, também está avaliando as participações que o fundo tem em 20 empresas. "Queremos entrar em uma empresa, recuperá-la e sair dela", explicou. "Mas essa saída tem de ser trabalhada para não haver danos". O primeiro passo foi contratar advogados para rever os acordos de acionistas. Em alguns casos, não há acordos ou eles não foram bem feitos, segundo a diretora.Por Maria Fernanda Delmas Rio, 16 (AE) - A Petros, fundo de pensão dos funcionários da Petrobrás, deve investir R$ 500 milhões em project finance no ano que vem. Desse montante, R$ 200 milhões serão destinados a projetos de menor porte. "Preferimos selecionar uma lista de 10 a 20 projetos menores, que não são prioritários para a Petrobrás

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