Petroleiros de todo o País pressionarão a Petrobras a partir de hoje promovendo paralisações-relâmpago com duração de duas a quatro horas. O objetivo é fazer com que a empresa se manifeste sobre a pauta de reivindicações dos funcionários, com vistas à renovação do acordo coletivo deste ano.

De acordo com o Sindicato dos Petroleiros da Baixada Santista (Sindpetro), a Federação Única dos Petroleiros (FUP) entregou em 30 de julho as propostas da categoria e esperou por uma resposta até quinta-feira. Agora, a entidade decidiu partir para a greve.

As paralisações poderão acontecer mais de uma vez na semana e não têm data para terminar. O presidente do Sindipetro, Claudio Negrão, esclarece, porém, que a categoria ainda não discutiu se deflagra ou não greve por tempo indeterminado.

Os petroleiros reivindicam, entre outros ítens, reposição salarial de 9%, correspondentes ao índice de inflação dos últimos 12 meses, de acordo com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), e mais 17% de aumento real.

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