São paulo, 19 (AE) - A Andersen Consulting está analisando com companhias de pesquisa uma metodologia para medir o tamanho do comércio eletrônico no País, que está em fase de desenvolvimento acelerado. O presidente da companhia, Mário Fleck, entende que esse tipo de comércio, é o mais "rápido e seguro", com a vantagem da redução de custos.
A Andersen Consulting quer pesquisar o perfil do consumidor virtual brasileiro e ajudar as empresas do País a trabalhar com a Internet, passando a considerá-la um canal eficaz de negócios. "Por isso queremos este perfil. Não é possível se traçar um perfil levando-se em consideração apenas o número de usuários de computadores no País. Há outros meios para se chegar ao comércio eletrônico. Até via televisão", explicou.
Segundo Fleck, "as empresas brasileiras podem aproveitar a oportunidade oferecida pelo favorecimento das exportações e experimentarem as vendas eletrônicas". Ele lembrou que livrarias Barnes & Noble (www.barnesandnoble.com) ou a Amazon (www.amazon.com) ou ainda a Borders (www.borders.com) competem diretamente com congêneres brasileiras. Chegam a entregar livros ou CDs com dois dias de prazo.
A redução de custos com o comércio eletrônico é evidente
segundo Fleck. "Algumas redes de supermercados do País podem ter estoques menores, trabalhando com o comércio eletrônico com as suas indústrias fornecedoras", explicou.
Mundo - De 1999 para o ano de 2000, a previsão é de que o comércio eletrônico mundial esteja movimentando cerca de US$ 200 bilhões, segundo estimativas da Anderson Consulting. Somente nos Estados Unidos, a movimentação do comércio eletrônico já atinge a US$ 40 bilhões em 99, segundo pesquisa da própria Andersen com a Georgia Technological University.

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