Pesquisa da Unioeste diz que 70% responsabilizam governo por paralisação
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terça-feira, 02 de junho de 2015
Rafael Fantin<br> Reportagem local 
Londrina O Laboratório de Informações Sociais (LIS) do curso de Ciências Sociais da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) divulgou ontem uma pesquisa de opinião sobre a greve do funcionalismo no Paraná. O levantamento foi realizado entre os dias 30 e 31 de maio com uma amostra de 1 mil pessoas, distribuídas nos 31 bairros da cidade de Cascavel (Oeste), dividida em extratos por sexo, faixa etária, escolaridade e renda. De acordo com a Adunioeste, que representa os professores da universidade, a margem de erro da pesquisa é de 3% para mais ou para menos. Entre os entrevistados, 58.8% têm em sua família alguém que está sem aulas devido à greve dos trabalhadores da área da educação.
A pesquisa apontou que 70% das pessoas pesquisadas responsabilizam o governo pela continuidade da greve e mais de 85% ainda culpam o Estado pelo conflito entre policiais e professores no dia 29 de abril no Centro Cívico em Curitiba.
Além disso, 77,3% dos entrevistados afirmaram que a posição dos atuais deputados na votações sobre a Paranaprevidência e a reposição salarial dos servidores pode influenciar o resultado nas urnas da próxima eleição estadual.
Em Londrina, os professores da Universidade Estadual de Londrina (UEL) se reúnem em assembleia na manhã de hoje, no Anfiteatro Maior do Centro de Ciências Humanas (CCH), no campus da universidade. Segundo o Sindiprol/Aduel, o objetivo é informar a categoria sobre as reuniões realizadas nesta semana na Assembleia Legislativa do Paraná para discussão da proposta de reajuste aos servidores.


