Pesquisa busca modelo mais preciso
O pletismógrafo vem sendo usado também para pesquisa. Uma delas é feita pelo professor Dartagnam Pinto Guedes, diretor do Centro de Educação Física da Universidade Estadual de Londrina (UEL). A idéia, segundo ele, é desenvolver um modelo matemático mais preciso do que o usado hoje em academias para estimar o fracionamento do peso, mas que também seja mais simples do que o uso do plestismógrafo, já que o custo torna inviável um equipamento desses em cada estabelecimento.
Hoje, o modelo utilizado é um em que o profissional de Educação Física mede várias partes do corpo estabelecidas como parâmetro e usa isto em uma espécie de fórmula para chegar ao resultado. Mas, a margem de erro desse método é alta. O resultado é basicamente aquilo que o espelho te diz, afirma.
Com dados obtidos tanto pelo método tradicional, quanto pelo pletismógrafo, vários modelos matemáticos estão sendo testados. Estamos aperfeiçoando os modelos existentes até chegar ao ideal, aponta o professor. Os dados são de 180 atletas adolescentes de equipes que representam Londrina em competições oficiais, como atletismo, esportes de quadra e lutas. A coleta de dados foi feita em setembro e outubro do ano passado, e a expectativa é que o resultado seja finalizado até julho. A pesquisa tem financiamento da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) do Ministério da Ciência e Tecnologia.(C.P.)





