Outro fator interessante que a pesquisa aponta é a queda no tempo médio de permanência do paciente grave nas UTIs. Em 2001, eles ficavam 7,1 dias enquanto que em 2004, registrou-se a redução do período para 6,1 dias. ''Existe uma tendência que se reduza o tempo de permanência nas unidades de terapia intensiva devido o apoio das unidades semi-intensivas. Outro ponto que justifica a diminuição é a melhoria na qualidade dos serviços hospitalares prestados ao doente'', ressalta Moock.
A pesquisa apontou também que os pacientes clínicos são responsáveis por 51,4% das internações, seguido das admissões por cirurgia eletiva com 28,5%, pacientes coronarianos com 14,75% e cirurgia emergencial com 9,3%
A taxa de reinternação também demonstrou queda. Em 2001, registrou 0,8% e em 2004, 0,5%. O diretor da Amib atribui isso a qualidade nos processo de trabalho das UTIs como também das enfermarias.
Os diagnósticos de saída mais frequentes registrados no sistema são: Cardiovascular, com 30% das altas, Respiratório 16,5%, Neurológico com 15%, Gastrointestinal 14,2%. Nas UTIs, o Trauma compõe 7% das altas e a Sepse 6%.
Um importante avaliador com reconhecimento internacional para o desempenho das UTIs é a Taxa da Mortalidade Observada/Esperada, neste Sistema medida pelo Apache II. A série em análise mostra 0,9, indicando um desempenho adequado do conjunto das UTIs do Sistema.

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