Permissão vale por dois anos
O presidente do IAP, José Volnei Bisognin, explica que a empresa precisa ser instalada próximo ao mar pois irá produzir tubos para a extração do pré-sal. A licença-prévia, válida por dois anos, dá condicionantes, parâmetros e planos básicos ambientais para depois receber a licença de instalação.
Em entrevista à FOLHA, Bisognin diz que o setor jurídico entendia que a competência de avaliar a regularidade da instalação na região seria do IAP e do Ibama. Mas este deu anuência ao IAP para que conduzisse todo o licenciamento.
Na questão técnica florestal, os 45 hectares utilizados pela empresa equivalem a 1,73% da área total de 2,4 mil hectares. ''Como condicionante para esta supressão, a empresa já disponibilizou 1,4 mil hectares de floresta atlântica'', afirma.
Segundo Bisognin, a empresa irá realizar um trabalho com a Funai trazer menor risco possível à população indígena da região. ''Foram realizadas duas audiências públicas e o empreendimento é bastante estratégico para a cidade e para o País''. A reportagem tentou contato com a Subsea7, mas não obteve retorno. (D.C.)





