Riad - As autoridades sauditas mobilizaram 20.000 soldados, 60.000 voluntários e 9.000 enfermeiros e médicos com a missão de impedir distúrbios durante a peregrinação anual de mais de dois milhões de fiéis à Meca, primeira grande concentração de muçulmanos após os atentados de 11 de setembro nos Estados Unidos.
A Arábia Saudita aplicará uma política de segurança inflexível, segundo fontes autorizadas.
Conscientes da hostilidade da opinião pública muçulmana em relação a Washington, os dirigentes sauditas advertiram que não vão tolerar a menor exploração política da peregrinação.
Segunda-feira o rei Fahd conclamou aos fiéis a evitar qualquer atividade que possa violar o caráter sagrado do acontecimento, um dos cinco pilares do Islã, que terá seu rito máximo realizado no dia 21 de fevereiro.

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