Curitiba- A Polícia Civil de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, pediu ontem a prisão preventiva de Meg dos Santos, 18 anos, madrasta da criança de um 1 ano e 9 meses morta no domingo.
A mulher, interrogada terça-feira na delegacia do município, nega o crime, afirmando que o bebê teria sofrido uma queda na hora do banho. Mas o laudo definitivo do Instituto Médico Legal (IML), divulgado ontem, constatou que a criança morreu em decorrência de agressões físicas com sinais de tortura.
No domingo, quando levou o enteado a um posto da Polícia Rodoviária Federal na BR-376 para que fosse socorrido, Meg alegou que o menino teria sofrido congestão. Ela teria mudado a versão durante o depoimento.

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