Antes da aplicação da terapia craniossacral, o diagnóstico pode ser feito em qualquer parte do corpo. Segundo o fisioterapeuta Kazuyuki Kawakami, o pé é um dos locais mais utilizados para sentir onde está o foco de irritação.
O número de sessões varia de pessoa para pessoa, e não há contra-indicação. ''Tem pessoas que são sensíveis já na primeira aplicação, mas depende do trauma e do tempo'', afirma.
Há situações, segundo o fisioterapeuta, em que os traumas podem acontecer ainda na vida intra-uterina. Ele cita o caso de uma paciente que sofria com bronquite asmática e através da terapia craniossacral regrediu até o terceiro mês de gestação, quando a mãe, engenheira civil, trabalhava em construções em meio à poeira.(C.P.)

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