PCC compartilhava fornecedores e dava apoio logístico
Rio- O Departamento Penitenciário Nacional (Depen), que controla as duas penitenciárias federais, colaborou nas investigações. A polícia mapeou toda a organização. Segundo o delegado federal Wagner Mesquita de Oliveira, foi confirmada ''uma aproximação com o PCC (Primeiro Comando da Capital), em São Paulo, que compartilhava fornecedores e dava apoio logístico no translado da droga, a titulo de pagamento de drogas''. ''A partir dos contatos feitos pelo Fernandinho com seus parentes e advogados, chegamos a identificar todos os fornecedores de droga - cocaína, maconha, lidocaína e cafeína - nos países vizinhos - Paraguai, Bolívia, Colômbia e Venezuela'', explicou Mesquita.
A prisão dessas pessoas - entre elas fornecedores - foi determinada pelo juízo da 2Vara Federal de Curitiba e agora depende do cumprimento pelos países onde elas estão. Esses mandados ''estão sendo encaminhadas para que sejam cumpridos no país, por acordo de cooperação. Também identificamos bens nos outros países que são frutos de lavagem de dinheiro do tráfico. Foi pedido o bloqueio deles nesses países'', explicou o delegado.
Durante a Operação Fênix - pássaro da mitologia grega que renasce das cinzas - foram cumpridos 34 mandados de busca. (A.E.)





