A po­pu­la­ção do Pa­ra­ná ga­nhou, na se­ma­na pas­sa­da, a no­va es­ta­ção de ­trem de Ma­rum­bi, que fi­ca na es­tra­da de fer­ro en­tre Cu­ri­ti­ba e Pa­ra­na­guá. A es­ta­ção é uma das cons­tru­ções de res­pon­sa­bi­li­da­de da Amé­ri­ca La­ti­na Lo­gís­ti­ca (ALL), que as­su­miu as fer­ro­vias do Pa­ra­ná e San­ta Ca­ta­ri­na, em 1997.
  Ao to­do são 43 es­ta­ções em po­der da com­pa­nhia que de­ve­rão ser res­tau­ra­das, a exem­plo da es­ta­ção de Ma­rum­bi. As re­for­mas acon­te­cem em par­ce­ria com as pre­fei­tu­ras de ca­da ci­da­de. Em Ma­rum­bi fo­ram gas­tos R$ 300 mil pa­ra res­tau­rar pi­so, vi­dros, ma­dei­ra­men­to e pin­tu­ra. Os ba­nhei­ros fo­ram re­fei­tos e na par­te in­fe­rior do pré­dio foi cons­truí­do um re­fei­tó­rio.
  A Es­ta­ção Ma­rum­bi sem­pre foi uma das ­mais im­por­tan­tes da fer­ro­via Cu­ri­ti­ba-Pa­ra­na­guá. Ela nas­ceu em 1885, co­mo uma ca­sa de ma­dei­ra, sen­do subs­ti­tuí­da em 1913 por ou­tra edi­fi­ca­ção tam­bém em ma­dei­ra, que tor­nou-se o pon­to de ­apoio pa­ra os Ma­rum­bi­nis­tas que na­que­la épo­ca já se de­di­ca­vam a es­ca­lar a mon­ta­nha. A es­ta­ção ­atual ­veio em 1940, em al­ve­na­ria. A pe­di­do dos Ma­rum­bi­nis­tas, foi cons­truí­da do ou­tro la­do da li­nha, de fren­te pa­ra a mon­ta­nha, per­mi­tin­do que da pla­ta­for­ma pu­des­sem apre­ciar o pi­co.


● A empresa comprou as estradas de ferro da extinta Rede Ferroviária Federal S.A. Em 2004, a ALL devolveu à União várias estações e ficou com apenas 43


● Localizada entre Curitiba e Morretes, a estrada tem 110 km de extensão e está situada em meio à beleza da Mata Atlântica da Serra do Mar

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