Parentes de presos vivem rotina de revistas íntimas
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terça-feira, 13 de setembro de 2011
Redação FolhaWeb 
Ninguém ensinou L. a esconder droga nas suas partes íntimas. ''Tenho 36 anos, fiz sozinha. É só colocar lá dentro. Me pegaram por causa de denúncia'', disse ela, enquanto estava algemada num banco do corredor do 2º Distrito Policial, na Zona Leste de Londrina.
A auxiliar de carceragem Idelma Rosa foi quem flagrou L. com 65 gramas de maconha e cinco de cocaína. Durante a minha revista eu não ponho as mãos nelas. Normalmente faço com grupo de seis mulheres numa sala. Elas tiram a roupa. Eu revisto todas as peças de vestuário e peço para elas agacharem em frente a um espelho. Depois elas sentam no banco com detector de metal'', explica.
De acordo com o delegado do 2º DP Cássio Wzorek, flagrantes de mulheres tentando entrar com drogas ou celulares na carceragem são comuns. ''A maioria faz por dinheiro e tem algumas que falam que fazem pelo amasiado'', afirma. A pena para o crime de tráfico de drogas varia de cinco a 15 anos de prisão.Leia mais na reportagem de Davi Baldussi.
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