Camila nasceu, Liziane Braga Manzolli trabalhava como bancária, profissão que exerceu até há pouco tempo. Ela conta que o trabalho com profissionais, como fonoaudiólogos, começaram quando a menina tinha três meses de vida. Josiane Conke, coordenadora psicopedagoga do Marista Santa Maria elogia a família de Camila e ressalta que Liziane é uma "lutadora" porque briga pelo espaço da filha.
"Camila é uma menina que está conosco já há alguns anos e ela vem se desenvolvendo ano a ano. É um trabalho de muita parceria. Não é só a escola a responsável pelo desenvolvimento da Camila. É uma parceria entre família e escola. E essa parceria sempre ajudou a Camila nesse desenvolvimento emocional e principalmente a aprendizagem", conta Josiane.
A coordenadora lembra que a menina é muito estimulada. "O aspecto principal que a gente precisa levar em consideração em relação à Camila é o estímulo que ela recebe da família. Porque a Camila é uma criança com síndrome de down, no entanto, nós a vemos com desenvolvimento motor, intelectual que em determinadas áreas do conhecimento se equipara ao de crianças que não têm a síndrome. Justamente pelo fato dela ser muito estimulada. O fato da família tê-la aceitado do jeito que ela é, desde o nascimento, com certeza foi um diferencial na vida da Camila", afirma. (A.D.C.)

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