Londrina – Depois de três dias trancados em uma sala no Aeroporto de Barajas, em Madri, a comerciária de Cianorte (Noroeste) Elisregina Vieira, de 38 anos, e o filho Adriam, de apenas 2 anos, puderam retornar na manhã de ontem para o Brasil. Segundo membros do Grupo das Mulheres Brasileiras em Madri, eles foram deportados em um voo da Air China com destino ao Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. De lá, pegariam um voo da Gol até Maringá, onde chegariam por volta das 22 horas.
O drama de Elisregina começou na manhã de segunda-feira, quando as autoridades espanholas barraram a paranaense por considerarem a documentação irregular. A comerciária que já morou por dez anos em Madri viajava com uma permissão de residência, mas como havia se ausentado do país por mais de 180 dias, o documento perdeu a validade. A família de Elisregina chegou a comentar que o garoto teve febre e que não recebeu atendimento médico. Eles ficaram trancados em uma sala sem janelas com outros inadmitidos de outros países.

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