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937.364 CASOS CONFIRMADOS -

Paraná ultrapassa marca de 22 mil mortos por Covid-19


Vitor Ogawa - Grupo Folha
Vitor Ogawa - Grupo Folha

O Paraná ultrapassou a marca de 22 mil mortes provocadas pela Covid-19. A informação consta no boletim divulgado pela Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) nesta quinta-feira (29) em que foram registrado mais 4.482 casos confirmados e 224 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Estado soma 937.364 casos confirmados e 22.086 óbitos. 


 

O Paraná ultrapassou a marca de 22 mil mortes provocadas pela Covid-19.
O Paraná ultrapassou a marca de 22 mil mortes provocadas pela Covid-19. | Geraldo Bubniak/AEN
 


O informe relata que 2.443 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 1.972 pacientes em leitos SUS (965 em UTI e 1.007 em enfermaria) e 471 em leitos da rede particular (272 em UTI e 199 em enfermaria).


Há outros 2.363 pacientes internados, 952 em leitos UTI e 1.411 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão na rede pública e rede particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.



Dos 289 leitos hospitalares SUS exclusivos para pacientes suspeitos ou confirmados Covid-19, 279 estão ocupados na macrorregião Norte (94%). Dos 467 leitos de enfermaria para esse público nessa mesma regional, 363 estão tomados (78%). Entre as crianças, dos cinco leitos de UTI na macro norte, dois estão tomados (40%) e dos cinco leitos de enfermaria, um está com uma criança (20%).


Recentemente o Paraná ativou 126 leitos exclusivos para atendimento Covid-19 neste mês de abril. Destes, 89 são UTI e 37 enfermarias. Ao todo, foram 11 ampliações em oito municípios. Somente nesta quarta-feira (28) 40 de UTI foram disponibilizados no Hospital Universitário. A Superintendente do HU de Londrina, Vivian Feijó, relatou que na quarta-feira havia 68 pessoas na fila de espera de um leito de UTI Covid no HU e isso caiu para 28 depois da ampliação. "Melhorou. São leitos qualificados que trazem humanização do cuidado e qualidade técnica especializada pra assistência dos doentes", declarou. Questionada se há possibilidade de transferência desses pacientes que estão na fila de espera para outros hospitais da região, ela explicou que a  distribuição de pacientes para outros hospitais da região depende da Central de Regulação. "Ninguém sai sem passar pela central", destacou.



A média móvel dos casos por data de diagnóstico ficou em 2.344 nos últimos sete dias e a comparação em relação a 14 dias caiu 19,5%.


 A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 224 pacientes. São 93 mulheres e 131 homens, com idades que variam de 29 a 105 anos. Os óbitos ocorreram de 06 de dezembro de 2020 a 28 de abril de 2021.


Nos últimos sete dias a média móvel de óbitos foi de 68 registros. Na comparação com 14 dias atrás houve uma queda de 47,7%.


Foram excluídos oito casos de óbitos de residentes no Paraná, três de Londrina, um de Rolândia, um de Tamarana, um de Bandeirantes, dois de Pato Branco. 


Com tantas mortes no Estado, ainda há municípios que conseguem a façanha de não ter um óbito sequer em seus registros. É o caso de Boa Esperança do Iguaçu (Sudoeste), Nova Aliança do Ivaí (Noroeste) e Santo Antônio do Paraíso (Norte). 


SUPER FREEZERS 

O Paraná está preparado para receber as doses da vacina da Pfizer e conta hoje (28) com nove frezeers para armazenamento do imunizante; sete são de ultrabaixa temperatura (-80ºC), podendo armazenar as doses por até 6 meses, e dois são de temperatura de -20ºC, que podem ser utilizados para armazenamento inicial das doses.


A previsão é de que o Ministério da Saúde encaminhe aos estados no início de maio o primeiro lote das vacinas produzidas pela farmacêutica norte-americana Pfizer, em pareceria com a empresa de biotecnologia alemã BioNtech.


A Sesa aguarda informações do Ministério da Saúde quanto à temperatura que o imunizante deverá ser enviado para definir estratégicas de recebimento e para isso vários cenários estão sendo planejados .


Os sete equipamentos de ultrabaixa temperatura são da rede do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar); dois já foram deslocados para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), setor da Secretaria de Estado da Saúde responsável pela logística, armazenamento e distribuição das vacinas contra a Covid-19. Os frezeers atendiam ao Hemepar Londrina e de Ponta Grossa.


As unidades do Hemepar remanejaram os produtos armazenados nestes equipamentos, como kits para testes de segurança de bolsas de sangue e congelamento de plasma, para outros refrigeradores.


O Hemepar tem ainda outros cinco frezeers de ultrabaixa temperatura em Pato Branco, Umuarama, Campo Mourão, Guarapuava e Cascavel, que podem ser disponibilizados para o Cemepar, compondo parte da logística do armazenamento das vacinas da Pfizer. E que podem ser deslocados para a capital.


Os outros dois freezers de temperatura -20º.C são do Cemepar e já são utilizados para armazenamento de vacinas e a partir da chegada do imunizante da Pfizer podem atender apenas a esta demanda.



A Sesa tem a ainda a previsão de receber outros seis equipamentos do Ministério da Saúde, quatro com capacidade entre 500 a 600 litros, e dois com capacidade para 700 a 800 litros.


“É mais um grande esforço e movimentação do Governo do Estado e da Sesa para receber estas doses, que representarão uma nova opção e imunização contra a Covid-19; faremos tudo que estiver ao nosso alcance para agilizar este processo”, disse o secretário da Saúde do Paraná, Beto Preto.


O Governo do Estado também realiza outras tratativas que envolvem a aquisição de novos equipamentos de ultrabaixa temperatura na continuidade da aplicação das doses. Neste momento existe a possibilidade da aquisição de 10 frezeers.


VACINAS

As vacinas da Pfizer serão enviadas pelo MS aos Estados em caixas térmicas em temperatura a ser informada e, imediatamente, deverão ser tranferidas para os frezeers, conforme as orientações técnicas, antes da distribuição.


“O Paraná está preparado para esta mais esta força-tarefa; é uma operação que contará o profissionalismo de nossas equipes do Cemepar e do Programa Estadual de Imunizações, seguindo as orientações do Programa Nacional de Imunizações, o PNI”, acrescentou.


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