Curitiba- O Paraná pode ser beneficiado caso o Ministério da Ciência e Tecnologia adote critérios diferenciados de contrapartida dos estados em financiamentos de pesquisas. A proposta do Fórum Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciências e Tecnologia, que prevê a contrapartida para o Paraná na proporção de 1 contra 2 de aporte do ministério, foi um dos pontos discutidos na reunião que o fórum realizou em Curitiba.
''Não há consenso de quanto seja o aporte de cada estado, mas não será de 1 por 1. É preciso adotar um sistema que leve em contrapartida caraterísticas regionais, como o tamanho, a receita, a base econômica de cada Estado'', afirmou o ministro da Ciência e Tecnologia Eduardo Campos, que abriu a reunião. Sérgio Rezende, presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) agência de fomento do ministério , também disse acreditar que a realização da reunião do fórum em Curitiba pode ''dar maior visibilidade'' ao Paraná, contribuindo para novas parcerias de pesquisas científicas.
De acordo com Rezende, atualmente a maioria das pesquisas realizadas no País é financiada por recursos federais. Como os recursos existentes são escassos, há uma grande disputa entre os estados.

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