Paralisação provoca caos e gera reclamações
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Fernanda Carreira<BR> Reportagem Local 
Londrina Terminal Urbano vazio. Dezenas de pessoas chegando a todo instante e sendo surpreendidas com a paralisação do serviço de transporte público, outras confusas sobre como ir ao trabalho. Trânsito lento em vários pontos da cidade, devido ao aumento da circulação de veículos particulares. Este era o cenário no início da manhã de ontem por causa da greve do transporte coletivo.
Cerca de 160 mil usuários do sistema foram afetados pela paralisação. Gente como a empregada doméstica Neide Aparecida Muniz, que vem todos os dias de Ibiporã (Região Metropolitana de Londrina) para trabalhar em uma residência na Gleba Palhano (zona sul).
"Eu não sabia que isso estava acontecendo. Cheguei aqui e dei de cara com as portas do terminal fechadas. Agora estou ligando para minha patroa para ver se alguém vem me buscar", contou no início do dia.
A greve no transporte coletivo provocou aumento do tráfego e congestionamentos em vias importantes, como as avenidas Winston Churchill (zona norte), Rio Branco (zona oeste), Leste-Oeste, Juscelino Kubitschek e Higienópolis (área central), Dez de Dezembro (zona sul), além das ruas Guaporé, Pernambuco, Goiás, São Paulo, Benjamin Constant e João Cândido, na área central. O pico do congestionamento foi registrado das 7h30 às 9 horas.
Empresas optaram por fretamento de ônibus e vans para garantir o transporte dos funcionários.
Sem ônibus, muitos trabalhadores recorreram a meios particulares de transporte. Uma central de táxis registrou aumento de 50% nas corridas.


