Assunção, 10 (AE-AP) - A Associação Paraguaia de Futebol (APF) intensificou a partir desta semana a busca pelo novo técnico da seleção de futebol, que começa a disputar as eliminatórias para a Copa de 2002 a partir de fevereiro. Segundo o tesoureiro da APF, Oscar Achón, o problema não é a falta de profissionais disponíveis, mas sim, a crise econômica pela qual passa a entidade. "Não temos dinheiro para pagar fortunas ao novo treinador. Estabelecemos um teto salarial de US$ 20 mil mensais", disse ele.
Depois de passar ontem por Miami (EUA) para uma conversa com o colombiano Francisco Marturana, atual técnico da Costa Rica, o presidente da APF, Oscar Harrison seguiu hoje para Nova Jersey. Deve se encontrar com o servio Bora Milutinovic. "Ele está verificando as pretensões salariais dos treinadores. Só depois disso, vai se decidir", disse hoje o porta-voz da APF, Guillermo Battilana
Além de Milutinovic e Maturana, os paraguaios consultaram o técnico uruguaio Sergio Markerián, o brasileiro Paulo César Carpegiani e o paraguaio Gustavo Benitez. Segundo Battilana, o mais caro de todos é justamente o paraguaio. "O salário de Benitez na Espanha (dirige o Racing Santander) supera US$ 120 mil por mês", disse.

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