Um dos maiores massacres da história do Paraná ‘‘foi um caso isolado’’, segundo o secretário de Segurança Pública Luiz Fernando Delazari. Ele afirma que até o dia da chacina havia o registro de 12 homicídios na cidade. ‘‘Na nossa opinião é um crime absolutamente isolado, claro, dentro do contexto do tráfico de drogas, mas principalmente por uma vingança pessoal’’, disse.
  Autoridades paraguaias, entre o cônsul do Paraguai em Guaira, Mario Gonzalez, e fiscais da Secretaria Nacional Antidrogas (Senad), estiveram com o secretário ontem. ‘‘O objetivo é estabelecer um protocolo, o Estado do Paraná tem limites para isso. As atribuições de tratados de convênios internacionais é do Ministério da Justiça, mas a partir de agora, um dos meus objetos, principalmente para essa região, vai ser esse’’, disse o secretário.
  Delazari destaca que a droga que vem da fronteira é levada para grandes centros. ‘‘Nosso encontro com representantes do Paraguai foi muito positivo já que demonstraram interesse em colaborar, estão trabalhando desde que ficaram sabendo do fato e que efetivamente esses criminosos fugiram para o Paraguai, lá eles serão presos’’, disse. (F.B.)

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