Curitiba - A realidade apontada pela Secretaria de Estado da Família, Desenvolvimento e Ação Social é diferente da levantada na pesquisa feita pelo Fórum dos Direitos da Criança e do Adolescente do Paraná, com relação aos registros no Sistema de Informações para a Infância e a Adolescência (Sipia).
De acordo com a coordenadora de Proteção Social Especial, Aline Pedroza Fioravanti, o Paraná é o Estado que mais alimenta o Sipia.
Aline explica que todo ano os Conselhos Tutelares têm um terço do seu quadro renovado, o que acaba atrapalhando o processo de treinamento dos profissionais. ''O Sipia exige muito conhecimento, porque é um sistema bastante específico. O uso de uma nova ferramenta é a mesma coisa que a implantação de uma nova cultura'', acrescenta.
A coordenadora afirma que o governo estadual está viabilizando recursos para equipar melhor os Conselhos e que ainda neste semestre tanto as capacitações da equipe do Sipia quanto o trabalho de formação continuada dos conselheiros voltarão ao normal.
Os Conselhos Tutelares foram criados em 1990, após a estruturação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).(A.F.)

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