A morte do guarda municipal Leonardo Gualberto, 31 anos, em fevereiro deste ano em um supermercado da avenida Jules Verne, jardim Santa Rita, região oeste de Londrina, foi planejada por uma organização criminosa. Essa é a constatação do delegado-chefe da 10ª Subdivisão Policial, Osmir Neves, durante entrevista coletiva da Operação Angelus, que reuniu cerca de 150 policiais civis do Paraná nesta quarta-feira (9). Mais de 40 mandados de busca e apreensão foram cumpridas em diferentes regiões da cidade.



Sem revelar nomes, Neves confirmou que o mandante e os outros envolvidos no crime foram presos. "Este caso (assassinato de Gualberto) foi um instrumento pro grupo mostrar a sua força", disse. Além dos suspeitos, veículos e outros produtos foram apreendidos pelos investigadores. O próximo passo é tentar descobrir se os objetos seriam usados para lavagem de dinheiro.

As diligências terão apoio do Instituto de Criminalística, mas não há prazo para conclusão das perícias. Imagens de câmeras de segurança registraram o servidor sendo baleado. Na corporação há quatro anos, ele deixou esposa e dois filhos pequenos.



(com informações da repórter Micaela Orikasa, da Folha de Londrina)

(atualizado às 11h)

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