Para estudiosos de Curitiba, astros anunciam boas notícias
Para estudiosos de Curitiba,
astros anunciam boas notícias
Kraw PenasKarla Grummt: fenômenos celestes relacionados com tragédiasMaigue Gueths
De Curitiba
Se os astrólogos e estudiosos de mapa astral de Curitiba estiverem certos, o mundo definitivamente não vai acabar hoje. O que vai acontecer será apenas mais um eclipse solar, o último do milênio. Ao invés de tragédia, a Carta Astral do céu neste dia 11 de agosto anuncia boas notícias. A partir de hoje e até 26 de agosto forma-se no céu uma grande cruz cósmica, considerada pelos astrólogos como um sinal nos céus e um símbolo de poder que deve se refletir em atitudes de mudanças na Terra.
Eclipses são fenômenos frequentes. Em 1994 os brasileiros puderam testemunhar um eclipse solar semelhante ao que acontece hoje. Desta vez só os países do Hemisfério Norte poderão vê-lo. Uma peculiaridade hoje é que o eclipse acontece justamente na ponta de um dos braços desta grande cruz. Nos braços da cruz estarão alinhados todos os planetas em equilíbrio e em cada um dos quatro pontos da cruz estarão os quatro signos fixos do zodíaco: leão, touro, aquário e escorpião. O eclipse será em leão.
Segundo a terapeuta holística, Sônia Maria, além de tudo isso, três dos planetas mais importantes estão nas suas regências: o Sol em leão, Marte em escorpião e Urano em aquário. Esta conjunção de planetas não se repete há mais de 25 mil anos e está marcando o advento de um tempo superior, de algo maravilhoso, que nos diz que está havendo um processo desde antes de 11 de agosto até depois do dia 3 de maio de 2000, diz.
Sônia explica ainda que nesse processo, o céu vem nos dar uma mão, para que tomemos consciência do que está por vir. É, em poucas palavras, um presente extraordinário: o nascimento do Reino dos Céus e o fim da era da obscuridade, diz. Ela lembra que há possibilidade de uma catástrofe, mas que não deve acontecer. É só um aviso para que trabalhemos pela paz e anulemos esta previsão.
Assim na terra como no céu, diz a astróloga Aline Alvarenga, que concorda que carta astral funciona como um guia para as ações na Terra. Assim, se o céu apresenta um símbolo de poder, é sinal de que a humanidade pode se mobilizar para mudar o mundo para melhor. É hora de se conscientizar para dar fim a este mundo de violência, de ignorância, de tudo que destrói a humanidade, diz. Os astrólogos, inclusive, marcaram um encontro para esta sexta-feira, 13, no Rio de Janeiro, para comemorar esta possibilidade.
Segundo Aline, sempre que se fala sobre o fim do mundo é porque no céu há alguma estrutura de poder. Foi assim na década de 80, quando um movimento no céu coincidiu com o começo do movimento que derrubou as ditaduras na América Latina; no fim dos anos 80 um movimento no céu também anunciou o movimento que culminou com a queda do muro de Berlim, diz.
Para a astróloga Karla Grummt, da Ordem Rosa Cruz, o problema é que as pessoas sempre relacionam os fenômenos celestes com tragédias e por isso relacionaram o eclipse e a proximidade do novo milênio com as previsões de fim de mundo de Nostradamus. Mas os astrólogos vêem com restrições as previsões atribuídas a Nostradamus, por não acreditar na fidelidade das interpretações e, ainda, porque ao fazer suas previsões, Nostradamus ainda não conhecia três planetas - Urano, Netuno, Plutão - que foram descobertos depois.





