Para diretor da Abrasel, fiscalização é inoperante
O diretor-executivo da Abrasel, Arnaldo Falanca, que acompanhou todas as vistorias em bares e casas noturnas, cobrou a fiscalização preventiva de Londrina. "A Aifu se fez necessária pela inoperância da fiscalização preventiva", criticou.
Alguns empresários relataram nesses dois dias de fiscalização que não recebiam visita de fiscais há pelo menos dois anos. "A gente sabe que existem irregularidades, mas demonstra desleixo da fiscalização. Durante as vistorias ficou evidente que os órgãos fiscalizadores sabiam quais eram as casas que estavam com algum tipo de irregularidade, tinham pastas com relatórios. A Abrasel vê que essas fiscalizações poderiam ser feitas antes, até durante o dia", salientou.
Para Arnaldo Falaca, o monitoramento tem que ser aprimorado pelos órgãos de fiscalização. "Eles cobram um acompanhamento do número de pessoas dentro das boates, mas esses dados são prestados à Secretaria de Fazenda para pagamento do ISS. Será que não está faltando pedido ou comunicação entre os órgãos fiscalizadores? Percebe-se que falta aprimoramento por parte deles", observou.(D.M.)





