Curitiba – De acordo com os deputados estaduais do Paraná, os episódios verificados no Centro Cívico, em Curitiba, no dia 29 de abril de 2015, já entraram para a história do Estado. Na ocasião, apesar das cenas de guerra verificadas na Praça Nossa Senhora de Salete, a Assembleia Legislativa (AL) deu prosseguimento à votação da chamada reforma na Paranaprevidência.
"Para mim, ficou o mesmo sentimento que eu tive no dia, de tristeza. A violência foi absolutamente desproporcional. Aliás, qualquer violência é desproporcional sempre. Que sirva de lição para todos", afirmou o líder do governo na AL, Luiz Cláudio Romanelli. Criticado por defender o ‘ajuste fiscal’ do Executivo, ele disse que deita a cabeça no travesseiro todas as noites e dorme tranquilo. "Sei exatamente qual foi a minha postura e o meu comportamento de repúdio à violência".
O vice-líder da oposição, Requião Filho (PMDB), também acredita que o episódio não será esquecido. "Da minha cabeça, da minha mente, as imagens que eu vi lá fora, quando saí, não serão apagadas. As bombas, as pessoas sangrando, as prisões arbitrárias, as ordens absurdas... A Assembleia se diminuiu, ao não ter suspendido a sessão". (MFR)

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