Para advogado, operação do IAP foi excesso de zelo
Curitiba - Para o advogado Mohamed Dib Darwiche, que defende os proprietários, a operação na fazenda de Candói ''foi um excesso de zelo'' e a apreensão de madeira ''foi mínima perto da autorização de corte de araucária, emitida pelo IAP''. Ele contesta a citação do nome de Sonia Virmont como uma das proprietárias, porque ela não é mais. Darwiche apresentou à Polícia Florestal uma escritura pública que atesta que a área foi vendida. ''Infelizmente esse documento não foi aceito por desconhecimento do sargento'', disse o advogado.
Darwiche vai argumentar que o proprietário tinha autorização para o corte de 309,50 metros cúbicos de madeira. Se houve um corte excedente, o proprietário está disposto a arcar com suas responsabilidades, disse o advogado. Darwiche disse ainda que a entrada dos policiais e fiscais na fazenda ''parecia uma declaração de guerra, com homens de roupa camuflada, fortemente armados e assustando a todos''.





