Ele confessa ser um apaixonado pelo que faz. Há cinco anos, Tadeu Afrânio Vilalba Paniágua, 35 anos, trabalha na Foztur. É chefe do Departamento de Eventos da empresa. Tadeu é formado em Turismo pela Unioeste/Foz do Iguaçu. Mas o currículo dele oferece mais. Tadeu fez filosofia na Universidade Católica do Mato Grosso do Sul, já trabalhou com teatro, coral cênico e foi dono de um antiquário.
Para quem tem tantos talentos, Tadeu diz que descobriu a verdadeira vocação no turismo. Prova disso é que no ano passado ele ganhou dois prêmios pelo desempenho profissional: o prêmio ‘‘Naipi e Tarobᒒ, de destaque como bacharel de Turismo em atividade e um outro em reconhecimento pelo trabalho desenvolvido na organização de um jantar que reuniu hoteleiros de todo o Paraná.
Ponte da AmizadePor que você optou pelo turismo?
Tadeu PaniáguaPorque era novidade para mim. Eu queria uma profissão que me possibilitasse viajar. E é engraçado, não viajo tanto hoje, trabalho mais no setor de organização.
PonteVocê tem outras atividades, além de trabalhar na Foztur?
TadeuGosto de colecionar arte e crio cães de raça.
PonteMas durante vários anos você se dedicou a atividades artísticas, certo?
TadeuÉ verdade. Participei de um coral cênico em Londrina e em Foz trabalhei com um coral em que os integrantes eram surdos e mudos, e, 1984. Não esqueci esse meu lado. Acho que mais cedo ou mais tarde ele voltará a emergir. Gostaria muito de ter outro antiquário.
PonteQuais são os seus planos profissionais?
TadeuUm dos meus sonhos é fazer um curso de especialização em receptação de eventos na Espanha. Porque acho Foz privilegiada em termos de turismo. Mas não adianta apenas vender, é preciso preparar cada produto turístico que a cidade tem e só daí então oferecer. Como se fosse uma lapidação.
PonteO que é trabalhar com turismo para você?
TadeuAcho que trabalhar com o setor turístico deixa as pessoas mais emotivas. Você desperta mais o lado emocional, do que o racional. A explicação é simples. Você tem que acreditar no produto que vende e fazer os outros acreditarem também. A pessoa tem que crer que está indo para um paraíso.

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