Pais também têm acesso à biblioteca
Curitiba Música, teatro, dança, artes plásticas e atividades do cotidiano também fazem parte do setor de educação e cultural. ''Não gostamos da idéia de classe hospitalar, com modelo de sala de aula. Integramos as formas de educação. Um hospital exige uma metodologia apropriada'', diz Claudio Teixeira, coordenador do setor de educação e cultural do Pequeno Príncipe. No hospital, 70% dos atendimentos são feitos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os pais dos internos ficam no hospital 24 horas por dia e auxiliam no acompanhamento escolar. Os pais também têm acesso à biblioteca adulta, com mais de 2 mil livros.
A educadora municipal Mariliza Portela, que atua há três anos no Pequeno Príncipe, trabalha com cada interno de uma forma diferente. Eduardo, de 16 anos, já terminou o ensino fundamental e ainda não fez a inscrição para o ensino médio. ''O que não quero é que ele esqueça os ensinamentos que teve até agora. Tenho feito um trabalho com informática e ele está adorando. Nunca tinha tido contato com a matéria antes'', destaca a educadora.(L.P.)





