A prisão de Inês Carnavali, na opinião do advogado Everson André Xavier, partiu do pai do menino. ‘‘Toda ação de cobrança de alimentos implica necessariamente em prisão se não for paga. Se ele sabia que ela não tinha condições de pagar a dívida, ele queria que ela fosse presa’’, afirmou.
Para ele, o fato do segurança Cláudio Celino dos Santos, pai e responsável por H.E.C.S, ter depositado R$ 350 na conta do menino para evitar que Inês ficasse presa, é outro contra-senso. ‘‘Ele fez o depósito mas, se não anexou o comprovante nos autos e nem informou ao juiz. Aquilo que não está nos autos, não existe’’, explicou.
Santos disse que prefere esquecer o assunto. ‘‘Não vou cobrar mais ela na justiça. Agora só quero viver em paz com meu filho. Graças a Deus, não dependo desse dinheiro para sustentá-lo’’, afirmou.
Santos disse que só foi em frente com a ação porque teria sido desafiado pela ex-namorada e pela cunhada dela. ‘‘Eu só quis mostrar que a Justiça e a lei eram para todos’’, justificou.

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