Araçatuba, SP - A Polícia Civil de Catanduvas (50 km ao sul de Cascavel), prendeu ontem o padre João Batista Silva, de 46 anos, condenado a cumprir 7 anos e 6 meses de prisão por atentado violento ao pudor, corrupção de menores e incentivo à prostituição.
Silva, que atuava como vigário assistente da Diocese de Catanduva, foi preso na Casa Paroquial e não reagiu à ordem de prisão. O mandado foi expedido pelo juiz Hélio Benedini Ravanani, de Viradouro, comarca do município de Terra Roxa, cidade onde o padre teria abusado das crianças, em 1994. Em 2001 ele foi condenado a 9 anos e 5 meses, mas recorreu ao Tribunal de Justiça, que agora o condenou a 7 anos e meio de prisão. Em 2003, o padre também teria cometido os mesmos crimes quando trabalhava no município de Paraíso.
O padre Hélio Aparecido de Oliveira, ex-diretor das Faculdades Integradas Claretianas e do Colégio Integrado Claretiano, de Rio Claro (interior de São Paulo), foi condenado em primeira instância a 16 anos e 3 meses de prisão por atentado violento ao pudor contra três crianças, com idades entre 8 e 10 anos, que estudavam no colégio. A então coordenadora pedagógica da escola, Geni Percorari, também foi condenada, por conivência e omissão.

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