Pacientes são favoráveis à troca de remédios
Pacientes são
favoráveis à
troca de remédios
A maioria dos moradores de Curitiba e Londrina entrevistados pela Folha aceita substituir os medicamentos de marca pelos genéricos. O problema é que a maior parte dos genéricos já liberados ainda não chegou às farmácias do Estado.
A estudante Ana Cláudia Barragan, 19 anos, de Londrina, diz que aceitaria a substituição. Ainda não precisei, mas compraria. É a mesma coisa, só que não tem aquele marketing, compara. A professora curitibana Marilza Ferreira Alciati, 32 anos, também afirma que não tem nenhum receio de fazer a troca.
Também favorável à substituição, a comerciante londrinense Leonice Machado Kuster, 61 anos, reclama que não está encontrando os genéricos para substituir os medicamentos que precisa tomar. Acho que o número de genéricos precisa ser expandido.
A enfermeira Henriqueta Françosi, 67 anos, de Curitiba, que toma hormônios para a menopausa regularmente, diz que sobra confusão na divulgação dos genéricos e falta remédios.
A zeladora curitibana Vanilda Batista Silva, 52 anos, reage aos genéricos com desconfiança. Acho que não fazem o mesmo efeito, não confio muito. Ela toma regularmente remédios para bronquite. A dona de casa Themis Bueno Amaral, 65 anos, tem a mesma preocupação de Vanilda em relação aos genéricos. (V.D. e L.R.)





