Pacientes graves disputam vagas nos hospitais privados
PUBLICAÇÃO
sábado, 05 de julho de 1997
Marccio W. Varella Maringá 
Marcos NegriniAnsiedadeFila de espera no HU de Maringá para atendimento de urgência e emergência; familiares preferem levar doentes para Curitiba e outros centros. A pior crise da história Pacientes graves - acidentados ou doentes - correm mais risco de vida em Maringá do que em qualquer outra das principais cidades do Estado, simplesmente porque o Sistema Único de Saúde (SUS) e os hospitais conveniados à 15ª Regional de Saúde (Maringá e mais 28 municípios) não garantem o atendimento a pacientes de urgência e emergência. A macrorregião tem 600 mil habitantes.
O déficit de leitos de terapia intensiva (UTI) já levou 14 pessoas à morte nos últimos seis meses, quase três vezes mais do que o número de mortes registradas em 96 pelo mesmo motivo.(leia quadro na página 3)


