Pacientes de outras cidades
Uma paciente de Primeiro de Maio, que já passava do nono mês de gravidez, chegou ao pronto-socorro do HE para atendimento acompanhada pelo motorista da ambulância. A alegação é que o centro cirúrgico do hospital daquela cidade estava interditado devido a infiltração e que o médico que faz cesáreas não foi encontrado.
A mulher, de 26 anos, que já teve três filhos em parto normal, não sabia a razão de ter sido levada ao Evangélico. O motorista, por sua vez, disse que a função dele era apenas transportar a paciente.
Apesar da preocupação da supervisora de atendimento, Izabel Gomes Oliveira, a mulher foi encaminhada ao setor de avaliação de gestantes alguns minutos depois. O médico, que iria avaliar a necessidade de uma cesareana, citou irregularidades na forma de encaminhamento, como a falta de um prontuário com as condições de saúde e tipo sanguíneo da mulher. O médico iria solicitar as informações ao hospital de Primeiro de Maio, onde a mulher teria feito um exame pré-natal.
De acordo com a direção do HE, muitas pacientes que ocupam a UTI são de cidades que nem pertencem à área de abragência da Regional de Saúde.(E.A.)





