A professora Leonora Arantes, de 58 anos, conta que notou bastante diferença no rosto e nas mãos após começar as aplicações de gás carbônico. Apesar de não fazer aplicações no couro cabeludo, ela conta que uma das primeiras alterações que notou foi que o cabelo parou de cair. ''Meu olho começou a 'levantar', o contorno do rosto melhorou, a pele ficou com uma textura mais delicada e as mãos com uma aparência mais rejuvenescida''.
Leonora garante que o uso de cremes também diminuiu. ''Agora só uso um hidratante com protetor solar. Teve uma época em que coloquei botox, mas depois nunca mais'', diz.
A funcionária pública federal aposentada, Maria do Carmo Melo, de 65 anos, também está vendo sua vida mudar. Mas por outro motivo. Com um problema hereditário de úlcera causada por varizes, há 14 anos ela sofria com feridas que ''abriam'' e ''fechavam''. ''No começo eu chegava a ficar três anos sem problemas, mas os intervalos começaram a ficar cada vez menores'', conta.
Por causa das dores e do inchaço, ela tinha que evitar sair de casa e até ficar por muito tempo sentada. ''Deus manda as provações, mas também as oportunidades'', diz, se referindo a carboxiterapia. ''Acho que dessa vez (a ferida) vai 'fechar' por muito tempo''.
O aposentado Nilo Reginato, de 67 anos, corria o risco de perder o pé por causa de escaras causadas pela diabete. ''Na segunda aplicação (de carboxiterapia) já houve bastante resultado, agora (a ferida) está estável e ele até está sentindo os pés'', comenta a filha, Regiane Cristina Reginato Gnann.(C.P.)

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