Curitiba- Após três anos de tratamento e muito dinheiro gasto em medicamentos, exames e honorários médicos, a auxiliar administrativa de Curitiba D.K., 28 anos, finalmente conseguiu engravidar. ''Estou em estado de graça'', diz a moça, que entrou na sétima semana de gestação. Ela preferiu não revelar o nome completo.
Inicialmente, D.K. procurou uma clínica que usa o método tradicional. ''O desgaste emocional é grande, assim como o custo do tratamento é muito caro'', reclama. Ela não sabe ao certo quanto gastou, mas acredita que a primeira tentativa D.K. fez duas na primeira clínica custou o equivalente a um carro popular zero quilômetro.
O tratamento com a Fertilização In Vitro Simplificada começou há três meses e ela acredita ter gasto um terço do custo em comparação com a primeira clínica. D.K. ressalta as diferenças: ''Menos remédios, poucas reações e a gente não sente dor''.
A advogada Samira Tomé, 42 anos, mãe dos gêmeos Pedro e Nádia, de 14 dias, conseguiu engravidar após dois anos e meio de tratamento com a técnica simplificada. Ela acredita que a demora é decorrente da idade, que não lhe permitia uma boa ovulação. Como não procurou outras clínicas, a advogada não pode comparar as técnicas simplificada e tradicional. ''Mas ouvi dizer que o tratamento é bem diferente, incluindo a questão financeira'', comenta. (A.D.C.)

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