Órgão enfrenta problemas com viaturas
Curitiba - No feriado de Carnaval, de segunda para terça-feira, o IML de Curitiba chegou a ficar sem nenhuma viatura. ''Eram duas, mas uma foi atender uma ocorrência em Doutor Ulysses, na Região Metropolitana da capital, e acabou tendo o motor do limpador de pára-brisas quebrado. A outra estava com o motor fundido'', revelou Vilani.
Diante desse quadro, o diretor-geral Porcídio D'Otaviano de Castro Vilani ainda recorreu a outras unidades mais próximas da capital, mas toda estavam com escassez de veículos. A única solução encontrada foi emprestar um carro do IML de Londrina, que possuía um reserva.
Esse problema fez com que pessoas ficassem horas esperando pelo Instituto para buscar o corpo em casa, por exemplo. Teve um caso que demorou mais de dez horas.
Um cromatógrafo, aparelho utilizado para analisar substâncias tóxicas no sangue e na pele, do IML da capital, está quebrado desde novembro do ano passado, segundo o diretor-geral. Essa foi a segunda vez que o aparelho quebrou em 2010.
Há milhares de pilhas de tubos com amostras de sangue nos refrigeradores aguardando o conserto para serem analisadas.
Sobre a situação, Vilani reconhece o caos e afirma que está se reunindo com a Secretaria de Estado da Segurança Pública para resolver, em um primeiro momento, a situação de emergência e, paralelamente, ampliar para toda a estrutura do Paraná. ''O que nós constatamos foi que recebemos muito pouco dinheiro para investir na estrutura dos IMLs do Paraná e na contratação de mais profissionais'', alega.(A.F.)





