São Paulo, 30 (AE) - A Receita Líquida da proposta orçamentária para 2000 do governo de São Paulo subdivide-se em Receita Corrente Líquida, num total de R$ 28,4 bilhões, e de Capital, R$ 1,33 bilhão. A Receita Corrente Líquida é formada pelos recursos provenientes dos Impostos sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (R$ 19,6 bilhões), e Propriedade de Veículos Automotores (R$ 1,10 bilhão), Transferências Correntes Federais (R$ 2,38 bilhões) e Imposto de Renda (R$ 1,16 bilhão).
O secretário da Economia e Planejamento do Estado, André Franco Montoro Filho, informou na Assembléia Legislativa, onde a proposta foi entregue na tarde de hoje, que as Receitas de Capital são compostas da venda de Ativos (R$ 710 milhões), Operações de Crédito (R$ 548 milhões) e outros (R$ 76 milhões).
No que diz respeito à Defesa por Elemento Econômico, Montoro Filho disse que, do total da Receita Líquida do Estado, que é de R$ 29,7 bilhões, Pessoal e Encargos consumirão R$ 17,7 bilhões. Deste total, os Ativos representam R$ 11,4 bilhões e os Inativos, R$ 6,23 bilhões. Ele esclareceu ainda que, além desses R$ 17,7 bilhões referentes a Pessoal e Encargos, serão pagos R$ 778 milhões aos Inativos, correspondente às contribuições descontadas dos funcionários em folha.
Em relação à Despesa por Elemento Econômico, incluem-se Custeio (R$ 5,47 bilhões), Investimentos (R$ 2,13 bilhões), Sentenças Judiciais (R$ 1,03 bilhão), Serviço da Dívida (R$ 3,36 bilhões) e Reserva de Contingência (R$ 20 milhões).

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