O Ministério da Saúde vai precisar complementar seu orçamento para conseguir fechar o ano por causa da desvalorização do real, admitiu ontem o secretário-executivo da Pasta, Barjas Negri. Apesar da crise financeira, porém, Negri não acredita que enfrentará dificuldades para reforçar o orçamento. ‘‘Tenho certeza que o Planejamento vai refazer nossas contas’’, disse. ‘‘Não faltará medicamentos ou vacinas no Sistema Único de Saúde’’, frisou. Na semana passada, o ministério precisou desembolsar R$ 2,5 milhões a mais para pagar a última parcela da importação de vacinas antigripais para atender à população idosa. Este ano, o ministério ampliou o programa de imunização, incluindo a vacina contra a heptatite B, difetria e tétano para idosos.

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