Operadoras refutam risco de câncer por uso de celular
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 02 de junho de 2011
Agência Estado 
São Paulo - As companhias de telefonia móvel refutam o temor de que aparelhos celulares possam causar câncer cerebral, risco admitido na terça-feira pela Organização Mundial da Saúde (OMS). De acordo com nota distribuída pelo Sindicato Nacional de Empresas de Telefonia e Serviço Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil), as prestadoras de serviços de telefonia móvel ''seguem rigorosamente os níveis de emissão de campos eletromagnéticos de radiofrequência apontados como seguros pela Comissão Internacional de Proteção Contra a Radiação Não Ionizante''.
A classificação da OMS - baseada em análise feita pela Agência Internacional para a Pesquisa do Câncer - vai de ''carcinogênico para humanos'' a ''provavelmente não carcinogênico para humanos''. O celular faz parte agora da categoria ''possivelmente carcinogênicos''.
''Essa categoria é utilizada quando existe uma evidência limitada de potencial para causar câncer em seres humanos'', afirma o comunicado das telefônicas. Segundo as empresas, a nova posição a respeito dos aparelhos considera apenas o potencial que um agente tem de levar ao câncer, ''e não a probabilidade de que isso ocorra''. Além disso, alegam que é necessário considerar os níveis diários de exposição para apontar os riscos de ocorrência da doença.


