OPERAÇÃO ÁGATA 5 - Aviões de guerra deixam Maringá
Silenciaram o ronco forte dos caças A-29 Super Tucano e o ruído ritmado do célebre H1 H helicóptero conhecido por atuar no front da Guerra do Vietnã nos anos 60 e 70 que haviam virado rotina no céu de Maringá neste mês. De acordo com o Ministério da Defesa, foi encerrada no início da semana passada a Ágata 5, operação conjunta das Forças Armadas para combater a criminalidade na faixa de fronteira, do Rio Grande do Sul ao Mato Grosso.
A base que os militares chamam de desdobrada um conjunto de barracas que remete a cenários típicos de uma campanha militar foi um dos pontos de apoio logístico para as missões de patrulha na área de fronteira, incluindo zonas críticas de contrabando e narcotráfico no País, como a Ponte Internacional da Amizade, que liga Foz do Iguaçu a Ciudad del Este (Paraguai), e o Lago de Itaipu.
Nos 15 dias de operação, a pista do aeroporto de Maringá teve movimentação mista, com pousos e decolagens da aviação comercial e operação militar. Segundo o Ministério da Defesa, os critérios de escolha de Maringá para a instalação da unidade aérea da operação no Paraná o Estado não tem uma base permanente da Aeronaútica foi a localização e a funcionalidade do aeroporto.
Em alguns minutos, por exemplo, um Super Tucano sai de Maringá e pode alcançar a fronteira. Para surpreender os criminosos, muitas missões foram realizadas à noite, usando a tecnologia dos óculos de visão noturna.
● É a prática ilegal do transporte e comercialização de mercadorias e bens de consumo de venda proibida por lei ou que atentem contra a saúde ou a moralidade
● Durante a operação com base em Maringá, 31 pessoas foram presas e seis toneladas de drogas apreendidas
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