Opções para todos os paladares
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sábado, 06 de abril de 2013
Lucio Flávio Cruz<br>Reportagem Local 
Londrina - A Exposição de Londrina se orgulha de ser a feira mais completa do Brasil. Na área da gastronomia não é diferente. Para quem quer aproveitar a festa para satisfazer o paladar, as opções são diversas e para todos os gostos. No Parque Ney Braga é possível encontrar desde os tradicionais lanches, como o X-pernil, passando pelas churrascarias, self-service, a la carte, comida caseira, mineira, japonesa, chinesa e opções de massas. Além dos doces, sorvetes, churros, kreps, salgados e espetinhos.
São 12 restaurantes, 12 lanchonetes e dezenas de outros quiosques espalhados pelo parque que oferecem batata frita, pizzas, panquecas, sucos, sorvetes, tapioca, cocada, cachorro quente e diversas outras variedades que vão deixar os visitantes com água na boca.
O almoço de domingo em família pode ser desfrutado nas grandes churrascarias e restaurantes do parque. Algumas comportam até 300 pessoas sentadas. "A nossa especialidade é o espeto de costela, picanha e alcatra. Serve quatro pessoas e ainda acompanha arroz, mandioca, salada e farofa", explica Donizete Araújo, 44 anos, proprietário da Churrascaria Costelão. Cada espeto tem dois quilos de costela e custa R$ 77. "A costela é realmente a que mais sai. Chegamos a assar 200 quilos por dia."
Os restaurantes de self-service têm preços a partir de R$ 22,90 por pessoa. Há opções de saladas, pratos quentes e carnes assadas e cozidas. "Temos a opção com comida mineira, com os tradicionais tutu de feijão, pernil e leitão", conta Marcos Túlio Alberici, 55 anos, da Churrascaria Chopin.
Quem prefere uma comida mais leve pode optar pela chinesa ou japonesa. Quatro restaurantes oferecem os sabores cozinha oriental. "Há 15 anos só tínhamos nós aqui. Fizemos um trabalho para divulgar o sukiyaki. Hoje é o que menos sai. Todo mundo quer sushi e sashimi", relata Marina Onishi, 51 anos, do Onishi Restaurante. Para Emiko Koyama, 45 anos, que há três anos abre as portas do Matsuri Garden na exposição, existe espaço para todo mundo. "A comida japonesa é bem aceita, apesar de ser uma festa agrícola", frisa.
O setor de lanches também aguça o paladar dos visitantes pela variedade e preços populares. O X-pernil, marca registrada da feira, sai por R$ 13. É possível comer um cachorro quente por R$ 7. As opções não param por aí: X-burguer, X-picanha, X-salada, X-bacon. "O pessoal gosta muito também do espetinho. É mais fácil e rápido, já que todo mundo quer andar pelo parque", observa João Soares, 42 anos, que veio de Maringá e pela primeira vez trouxe a sua lanchonete para Londrina.
As porções são outra boa pedida. Uma mista de calabresa, pernil, picanha e carne de sol, além de acompanhamentos, custa R$ 80 e serve quatro pessoas. É possível ainda comer pastel, batata frita ou espetinho de bolinho de queijo por R$ 5, churros por R$ 4, crepe suíço ou maçã do amor por R$ 5. O vendedor Ivan da Silva, 28 anos, está desde 2005 comercializando doces derivados de coco na feira vindos de Fernandópolis (SP). "A novidade este ano é a cocada prestígio, com cobertura de chocolate. Todo mundo que experimentou, aprovou", garante Silva.
"A exposição de Londrina é uma das mais completas do Brasil mesmo e no setor de alimentação existe muita variedade. É um ótimo programa de domingo para toda família vir almoçar no parque", ressalta Marcos Alberici, que há 20 anos trabalha com restaurante no Ney Braga.
Outra atração é o restaurante móvel Temaki Point, que veio de São Paulo. A van adaptada tem cozinha, compartimentos de água limpa e suja e espaço refrigerado para armazenar bebidas, peixes e outros ingredientes. Tudo abastecido por energia solar e eólica. "O restaurante é autossustentável. O nosso fogão é elétrico, usamos canudos biodegradáveis, todo o óleo utilizado é reciclado. Temos todas as certificações que garantem a sustentabilidade. É uma tecnologia única no mundo", valoriza o proprietário Paulo Enrico Gomes, 29 anos. O trailer possui baterias que duram até 12 horas depois de carregadas. O investimento total foi de R$ 230 mil. Os temakis custam entre R$ 10 e R$ 12.


