Depois de tentar tratamentos alternativos para o filho Caio, hoje com cinco anos, a advogada Francismara Tumiate, de 32 anos, resolveu: vai mesmo optar pela cirurgia para tratar a dor de ouvido crônica dele.
A advogada conta que, como Caio nasceu com problema de refluxo gastroesofágico, uma das complicações sempre foram as dores de ouvido e de garganta.
''Aos dois anos ele fez uma cirurgia para corrigir o refluxo, e melhorou bastante, mas as dores de ouvido continuaram'', lembra.
Com tratamentos como a homeopatia, acupuntura e shiatsu, as dores de ouvido também melhoraram e ele ''chegou a ficar um ano inteiro sem ter nada'', mas não pararam de vez.
De novembro do ano passado para cá, ele já teve dois episódios significativos. ''Na última, ele nem teve febre, o que mostra que (a inflamação) já está crônica, e a médica sempre alertou para o perigo de perda de audição''.
Com medo de que o filho possa ter algum problema auditivo, ela optou pela cirurgia. ''Conheço outras pessoas que fizeram e tiveram bons resultados'', diz.(C.P.)

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