Belém, 31 (AE) - Onze pessoas morreram e dez ficaram feridas na colisão de uma van e uma Fiorino, ontem (30) à noite, na rodovia BR-222, altura da cidade de Rondon do Pará, no sudeste do Estado. Entre os mortos havia três crianças e oito adultos, incluindo o motorista da van, Cláudio Martins, conhecido na região por Cláudio Doido, e o representante comercial José Alan Vieira, proprietário da Fiorino.
As vítimas foram sepultadas hoje em Marabá, Imperatriz (MA), Rondon do Pará e Ananindeua, onde residiam. A van levava 21 pessoas. Os feridos, alguns em estado grave, estão internados em hospitais de Rondon e Marabá. Sobreviventes culpam o motorista da van pelo acidente, além do motorista de um caminhão
que estava parado na estrada com pneu furado, mas sem qualquer sinalização.
"Era uma noite muito escura e chovia bastante. O Cláudio Doido corria muito e não viu o caminhão parado. Quando ele percebeu já era tarde. Foi desviar e bateu de frente na Fiorino", contaram os irmãos Enoque e Valter Bandeira, internados num hospital de Rondon do Pará com fraturas nas pernas. Três mortos, dois deles do sexo masculino, foram enterrados sem identificação no cemitério da cidade. "Perdi minha filha e uma neta. Foi horrível. Estou toda batida", disse a doméstica Maria Divina Holanda.
Adolescente - Em Paragominas, no leste do Estado, o policial militar conhecido por Rômulo matou com um tiro, à queima roupa e no rosto, F.N.L.S, de 13 anos. O garoto teria assaltado um motoqueiro. Foi retirado de dentro de sua casa pelo militar e assassinado no meio da rua. O PM alega que o tiro foi "acidental".

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