O Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (Acnur) anunciou ontem ‘‘numerosos’’ casos de abuso sexual de crianças refugiadas na Libéria, Guiné e Serra Leoa, que poderiam ter sido cometidos por empregados das organizações não governamentais (ONGs), nacionais e internacionais, e por funcionários da ONU.
Segundo a comissão de investigação, integrantes masculinos das equipes humanitárias teriam trocado ajuda por relações sexuais com meninas de menos de 18 anos. O Acnur acrescenta que mais de 40 agências e organizações e cerca de 70 pessoas são citadas nos depoimentos das crianças.

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