Rio - A Secretaria de Segurança Pública do RJ acredita que o pânico disseminado em escolas do Rio, que têm recebido supostas ameaças de traficantes por telefone desde que a Universidade Estácio de Sá foi atacada, esteja sendo motivado por uma onda de boatos. Alguns dos autores das ligações pediram dinheiro e até indicaram números de contas bancárias inexistentes para que as quantias fossem depositadas, segundo o secretário Anthony Garotinho. Ontem, diversas escolas da capital fecharam as portas por causa de telefonemas. O chefe de Polícia Civil, delegado Álvaro Lins, condenou a atitude das escolas que deixaram de funcionar. ''A cidade não pode se curvar.'' No Colégio Andrews, tradicional do Rio, havia garantia da presença de policiais. Mesmo assim, a direção preferiu fechar.

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