Com a chegada dos dias mais frios, e com eles a baixa umidade relativa do ar, uma das doenças oftalmológicas mais comuns do mundo mostra a sua cara: a síndrome do olho seco. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), dez milhões de pessoas mundo afora sofrem do mal, que atinge 6,6% das mulheres e 2,8% dos homens. Membro da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, o especialista Alexandre Pereira ensina a perceber e evitar o problema.
Sintomas- Lacrimejamento excessivo, coceira, ardência, vermelhidão, visão borrada (que melhora ao piscar), sensibilidade à luz e desconforto ao ler, ver TV ou usar o computador por muito tempo.
O que é- Uma diminuição na produção de lágrimas, que fazem oxigenação, proteção e umedecimento da córnea, membrana que reveste os olhos.
Causas- Ar seco, vento, poluição, poeira, fumaça e ar-condicionado. Muito tempo diante de computador ou TV também ajuda a desencadear o mal.
Tratamento- Uso de colírio substituto das lágrimas. ''Piscar repentinamente ajuda'', diz Alexandre. ''Assim como ingerir vitamina A e E e ômega 3''.

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