Óleo atingiu um raio de 18 quilômetros
Curitiba- Além dos bombeiros, outros 50 funcionários do IAP, Porto de Paranaguá, Capitania dos Portos, Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Hídricos Renováveis (Ibama), Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea), Secretaria Municipal de Saúde, Cattalini, Petrobrás e Polícia Militar estão atuando no isolamento, buscas dos desaparecidos, contenção do óleo e retirada dos resíduos da Baía de Paranaguá.
Apesar dos esforços, foram constatados resíduos de óleo 18 quilômetros adiante do local da explosão, na região da Ilha das Peças. Outra preocupação, além da vida na baía, é com os manguezais, onde existem várias espécies nativas e que auxiliam a vida dos pescadores da região.
O gerente do terminal Cattalini Terminais Marítimos, Alcindo Cruz, informou ontem que as causas do acidente ainda são desconhecidas. A empresa estava empenhada na contenção e no recolhimento do óleo tipo bunker, combustível. ''O que aconteceu é completamente anormal'', reforçou o engenheiro químico Henrique Lage, que é consultor da Cattalini.(L.P.)





