OGMO diz que obedeceu a decisão judicial
Curitiba O Órgão Gestor de Mão-de-0bra do Trabalho Portuário Avulso do Porto de Paranaguá, Antonina e Outros (OGMO) informou ontem, em nota oficial, que agiu dentro da lei ao obedecer a decisão da Justiça do Trabalho de Paranaguá, na conclusão de uma Ação do Ministério Público do Trabalho (autos RT 1930/2000).
Segundo a nota, foi a Justiça que determinou que o OGMO procedesse à chamada dos trabalhadores vinculados ao Sindicato dos Arrumadores de Paranaguá no Armazém 5C, às 7 horas da manhã de anteontem. ''Todas as medidas operacionais foram realizadas para que a escala ocorresse dentro da normalidade. Porém os trabalhadores compareceram no local e recusaram a habilitação para a escalação. Durante a noite, entretanto, o Armazém 5C foi vítima de depredações que destruíram as instalações físicas, assim como provocaram um incêndio no sistema eletrônico de escalação para as chamadas de trabalho. O incidente comprometeu todo o sistema de chamada de outras categorias, com a consequente paralisação dos trabalhos no Porto de Paranaguá'', diz a nota.
''O OGMO, assim como os Operadores Portuários são entidades com longa experiência e tradição nas operações portuárias de Paranaguá e cumpridores dos ditames da lei, como é o caso agora. E, assim como as autoridades parnanguaras, têm interesse no esclarecimento dos fatos, na identificação dos responsáveis e as razões desta ou de qualquer outra ação que coloque em risco ou prejudique o funcionamento do Porto de Paranaguá'', finaliza.





