St. Martinville, EUA, 16 (AE-AP) - Três líderes cubanos de um grupo de presos que tomou como reféns um diretor e três guardas numa prisão do Estado norte-americano da Louisiana têm antecedentes criminais que impedem o governo dos EUA de deportá-los, informaram hoje (16) autoridades.
De acordo com oficiais carcerários, todos os cubanos envolvidos no motim já cumpriram suas sentenças, mas já que o governo não tem acordo de extradição com Cuba, os homens não podem ser enviados de volta para seu país de origem.
Até hoje, os funcionários da penitenciária de St. Martin Parish não haviam revelado os prontuários dos presos que lideram o motim, segundo eles devido às delicadas negociações em curso para se conseguir a libertação dos reféns.
No entanto, autoridades anunciaram hoje que os cubanos foram condenados por numerosos crimes, que vão desde agressão sexual a uso e venda de drogas.
O diretor e os dois guardas da prisão foram tomados como reféns na segunda-feira enquanto escoltavam um grupo de presos que saíam de uma área de exercícios físicos.
Os cubanos ameaçaram os reféns com a ponta de uma faca e estão com posse das chaves das celas da penitenciária. Não há informação de feridos.

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